"Hj aki amanha nao se sabe..."
   Sistema educacional do Brasil..

Sistema educacional brasileiro

O sistema educacional brasileiro está estruturado em dois níveis: (1) educação básica, que abrange o ensino infantil, fundamental e médio, e (2) educação superior, que abrange a graduação e a pós-graduação.

O ensino infantil, destinado a crianças até os seis anos de 
idade, é oferecido em creches (até os três anos) e pré-escolas (dos quatro aos seis anos). O ensino fundamental tem a duração de oito anos (da 1.ª à 8.ª série). O ingresso na 1ª série se faz aos sete anos. O ensino médio tem a duração de três anos (da 1.ª à 3.ª série). A educação superior é composta pelos cursos de graduação (com duração média de cinco anos) e de pós-graduação (com duração média de dois anos e meio para Mestrado e de quatro anos para Doutorado), sendo oferecida por instituições de ensino superior – federais ou estaduais, públicas ou privadas.

Característica importante do sistema educacional brasileiro é a descentralização da competência em administrá-lo e organizá-lo. A responsabilidade pela oferta e administração de cada um dos níveis de ensino é compartilhada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, sempre organizados em regime de colaboração. Tal organização é fundamentada em legislação federal que define uma base nacional comum (carga horária e currículo mínimos, dias letivos a serem cumpridos, realização de exames finais etc.), mas que permite, igualmente, sejam respeitadas as peculiaridades regionais.

Dessa forma, cabe à União, por um lado, coordenar a política nacional de educação – articulando os diferentes níveis e sistemas de ensino, organizando o sistema federal de ensino e financiando as instituições de ensino públicas federais – e, por outro lado, promover a educação de nível superior nas instituições federais.

Os Estados e o Distrito Federal têm, por seu turno, a prerrogativa de organizar e oferecer o ensino fundamental e médio, atividades estas exercidas pelas Secretarias de Educação. Por fim, compete aos Municípios a responsabilidade de oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas e, com prioridade, o ensino fundamental.

No que se refere à educação básica, os Estados, Municípios e Distrito Federal, por meio de suas Secretarias de Educação, determinam as normas de gestão do ensino público (dias letivos, carga-horária, autorização, credenciamento e supervisão dos estabelecimentos do seu sistema de ensino etc.), de acordo com as peculiaridades escolares. Ademais, é assegurada às unidades escolares públicas ou estabelecimentos de ensino básico autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira (elaborar sua proposta pedagógica, estabelecer critérios de avaliação do aluno etc.).

Com relação à educação superior, cabe aos Estados e à União a função de autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar os cursos das instituições de educação superior estaduais e federais. Da mesma forma, é conferida à instituição de educação superior brasileira autonomia administrativa para, dentre outros assuntos, determinar critérios de avaliação do aluno.

No caso da educação básica, a validade dos diplomas, certificados e outros documentos é conferida no próprio documento pelo órgão competente, que pode ser a Secretaria Municipal ou Estadual de Educação. 

Tratando-se de diploma de curso superior, expedido por instituição superior de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação, terá validade nacional como prova da formação recebida por seu titular. Diplomas expedidos pelas universidades são por elas próprias registrados, ao passo que aqueles conferidos por instituições não-universitárias serão registrados em universidades indicadas pelo Conselho Nacional de Educação. 

Bom, nós achamos que cada aluno devia escolher a matéria pela qual faça parte do curso que pretenda seguir...

Quem, naum saiba que profissão queira seguir, deveria fazer todas as matérias até escolher sua profissão, ou então, deveria eliminar as matérias por parte primeiro matemática, depois português e assim em diante.






Escrito por Raull_Neisi_Xande às 10h51
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   Eutanasia

EUTANÁSIA

  Preliminar

 

A Eutanásia (juntamente com o suicídio e o aborto) está entre aqueles problemas que retornam sempre à tona nas discussões teológicas e não teológicas da atualidade. Em matéria legislativa ela faz infalivelmente parte de uma trilogia in­dissociável: divórcio, aborto, eutanásia. Isto nada tem de surpreendente uma vez que por trás destes e de outros problemas semelhantes, encontra-se sempre uma visão do mundo e do homem. Isto é tão verdadeiro que normalmente as posições assumidas diante dos vários problemas aparente­mente diferentes é sempre a mesma.

Quem aceita irrestritamente o aborto, aceita irrestritamente a eutanásia.

A eutanásia como os problemas citados, dificilmente deixa de provocar um clima emotivo.

É sobretudo uma tentação constante na vida do médico.

Entretanto, o problema não atormenta apenas os médicos. Com sempre maior insistência ele é colocado em termos de consciência, mesmo para pessoas que adotam a concepção cristã da vida e da morte. Elas as colocam mesmo em nome da moral e da caridade. Por quê uma morte inevitável não poderia ser apressada, quando o sofri­mento é demasiado? Por quê em certos casos a morte não poderia ser encarada como libertação de um peso de uma vida ao menos aparentemente inútil? Por quê não atender ao menos àqueles que pedem a morte? Antigamente a morte só poderia ser obtida por métodos chocantes. Mas hoje...

 

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Escrito por Raull_Neisi_Xande às 11h31
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   VOTO FACULTATIVO

 

Com relação ao voto obrigatório ou facultativo, é importante registrar que nas principais democracias representativas o voto é, sempre, facultativo. Constata-se, de fato, uma correlação entre o voto obrigatório e o autoritarismo político. O voto facultativo é, sem dúvida, mais democrático e aufere melhor a vontade do eleitor.

 

Corrobora, ainda, a tese do voto facultativo o fato de que o exercício da cidadania é um direito fundamental do cidadão na democracia representativa. É quando o povo, regularmente, exerce o supremo poder. O poder de escolher os seus representantes.

 

O exercício da cidadania tem levado à maturidade política. Por outro lado, a obrigatoriedade do voto, na prática, não tem ocorrido, visto que após os pleitos eleitorais tem havido a apresentação e aprovação de projetos anistiando os faltosos.

 

Temos convicção de que o voto deve ser encarado como um direito e não como uma obrigação, um dever, passível de punição, por essa razão somos pela instituição do voto facultativo, mantendo, todavia, o alistamento eleitoral obrigatório para os maiores de dezoito e menores de setenta anos.

 No Brasil na opinião do nosso grupo...

Seria que todos, não teriam aquela obrigação por isso muitas pessoas deixariam de votar...

Achamos que não daria certo no Brasil

 

Bjos e Comentem...

 



Escrito por Raull_Neisi_Xande às 11h32
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   Linguagem, educação e tecnologia.

A tecnologia invadiu as casas, empresas, instituições de todos os tipos. A sociedade como um todo está se tornando informatizada. Os recursos da imprensa, rádio, TV, telefone, fax, vídeo, computador e Internet são disseminadores de culturas, valores e padrões sociais de comportamento. Todos esses artefatos fazem com que a comunicação seja intermediada pela máquina e não pela voz humana.

As mudanças transparecem nas diversas dimensões de viver na sociedade tecnologizada. Com a sofisticação dos recursos da tecnologia, torna-se maior a amplitude de acesso à informação, assim como a qualidade de veiculação e recepção se mostra em diferentes níveis de mídia. O acesso fácil e rápido, quase que instantâneo, à informação relativiza a questão do tempo e do espaço. As informações infiltram-se por todos os lados, quase que não precisamos ir atrás delas, pois elas passam a se apresentar a nós exaustivamente, intervindo nas nossas relações e comportamentos. O ambiente familiar, antes convergente e constituído em volta das figuras da mãe e do pai, fica diluído entre os mitos eletrônicos, que são endeusados e assumem a tutoria da infância.

Nossas concepções de mundo estão sendo delineadas pelas informações que recebemos por meio das mídias eletrônicas. A TV, além de informar, seleciona, exibe e interpreta o que acontece (Lomas, 2001: 147).

Uma fábrica de sonhos e emoções que invade a vida dos indivíduos, conformando subjetividades, interiorizando comportamentos-modelo da sociedade, atuando no inconsciente do sujeito espectador que capta as mensagens dentro dessa visão, que é uma versão do mundo fragmentada e filtrada pela tela.

Para Lomas, a mídia age a partir a informação textual, verbal e das imagens para persuadir e manipular o espectador com a intenção de fazer saber, fazer crer, fazer parecer verdade, fazer sentir (2001:149).

Na sociedade contemporânea, a socialização incorpora as relações produzidas pela rede de interconexões de pessoas entre si, mediadas pelas Tecnologias da Comunicação e Informação.

A mídia e a publicidade focam perspectivas da realidade, intervindo na construção de identidade, culturas e relações pessoais. Preocupa-nos a discrepância que surge entre o que as mídias anunciam de horizontes e leituras de universos e os valores educativos que são discutidos e tratados nas instituições educacionais. Há uma emergente necessidade de preparar cidadãos que saibam ler, interpretar, analisar criticamente as informações recebidas e selecionar as significativas para si e para o uso coletivo. A população de um modo geral está carente de recursos técnicos e educacionais para enfrentar e lidar com um futuro que caminha na ambigüidade do local e global, do espaço físico e virtual.

A geração nascida no universo de ícones, imagens, botões e teclas transita com desenvoltura na operacionalização, nesta cena visionária de quase ficção científica, mas a outra geração, nascida em tempos de relativa estabilidade, convive de forma conflituosa com as rápidas e complexas mudanças tecnológicas, cuja progressão é geométrica.

Para Pretto, o analfabeto do futuro será aquele que não souber ler as imagens geradas pelos meios eletrônicos de comunicação. E isso não significa apenas o aprendizado do alfabeto dessa nova linguagem (1996:99).

A nova geração é introduzida nesse universo desde o nascimento e por isso sua intimidade com os meios eletrônicos ocorre numa relação de identificação e fascinação (Pretto, 1996). A geração dos idosos de hoje tem revelado suas dificuldades em entender a nova linguagem e em lidar com os avanços tecnológicos até mesmo nas questões mais básicas como os eletrodomésticos, celulares, os caixas eletrônicos instalados nos bancos. Conseqüentemente, aumenta o número de idosos iletrados em Informática, ou analfabetos digitais, em todas as áreas da sociedade.

Esse novo universo de relações, comunicações e trânsito de informações pode se tornar mais um elemento de exclusão para o idoso, tirando-lhe a oportunidade de participar do presente, marginalizando-o e exilando-o no tempo da geração anterior, relegando sua função social à memória, ao passado. Para inserir-se na sociedade tecnologizada, ele precisa ter acesso à linguagem da Informática, dispondo dela para liberar-se do fardo de ser visto como alguém que está ultrapassado e descontextualizado do mundo atual.

Há uma necessidade em dominar os recursos do computador devido à sociedade ter se tornado informatizada, atingindo todos os âmbitos, e permeando o cotidiano dos indivíduos nas mais variadas faixas etárias. É preciso prevenir a exclusão dos indivíduos idosos por desconhecerem a nova linguagem que se dissemina também nas conversas sociais.

O perfil de idoso mudou muito nos últimos tempos. Apesar de ser um universo heterogêneo, pode-se dizer que, na época dos nossos avós, o idoso recolhia-se ao seu aposento e vivia o resto da vida dedicado aos netos, à contemplação da passagem do tempo pela fresta da janela, a reviver as memórias e (re)lembrar e (re)contar as lembranças passadas. Relegava-se a pessoa idosa ao passado, ao ontem, não reservando um espaço digno e louvável ao indivíduo na velhice, no tempo presente. Havia (e ainda há) uma exclusão das pessoas idosas na construção do presente e do futuro da humanidade. O futuro foi sempre considerado dos e para os jovens. Então, quais os espaços de ser na velhice?

Hoje, desponta um novo tempo, pois os/as idosos/as têm uma vitalidade grande para viver projetos futuros (a curto prazo), contribuir na produção, participar do consumo e intervir nas mudanças sociais e políticas. Cabe aos educadores a responsabilidade de pesquisar e criar espaços de ensino-aprendizagem que insiram os/as idosos/as na dinâmica participativa da sociedade e atendam ao desejo do ser humano de aprender continuamente e projetar-se no vir a ser.

Com o aumento da população idosa nos últimos tempos, conseqüentemente, aumentou também o número de idosos iletrados em Informática, ou analfabetos digitais, em todas as áreas da sociedade, gerando uma demanda por cursos direcionados para o ensino dos recursos básicos sobre o computador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Raull_Neisi_Xande às 11h54
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